* Cantinho Satkeys

Refresh History
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F 49E09B4F
    15 de Janeiro de 2026, 19:29
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal   49E09B4F
    15 de Janeiro de 2026, 11:51
  • j.s.: try65hytr a todos
    13 de Janeiro de 2026, 19:09
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal  4tj97u<z
    13 de Janeiro de 2026, 10:48
  • cereal killa: 2dgh8i  1j6iv5
    12 de Janeiro de 2026, 20:15
  • cereal killa: try65hytr pessoal  2dgh8i  classic
    12 de Janeiro de 2026, 20:00
  • FELISCUNHA: dgtgtr   49E09B4F  e bom fim de semana  4tj97u<z
    10 de Janeiro de 2026, 12:21
  • asakzt: Managing database versions with Liquibase and Spring Boot
    10 de Janeiro de 2026, 11:35
  • tita: Musica Box Pop
    09 de Janeiro de 2026, 12:18
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal   4tj97u<z
    08 de Janeiro de 2026, 11:01
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F
    07 de Janeiro de 2026, 20:37
  • TWT: Interaction Design Specialization
    07 de Janeiro de 2026, 07:38
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal   4tj97u<z
    05 de Janeiro de 2026, 10:33
  • Alberto: The Alan Parsons Project
    05 de Janeiro de 2026, 05:29
  • Alberto: The Alan Parsons Project
    05 de Janeiro de 2026, 05:29
  • FELISCUNHA: dgtgtr   49E09B4F  e bom fim de semana  4tj97u<z
    03 de Janeiro de 2026, 12:26
  • JPratas: try65hytr Pessoal Continuação de
    02 de Janeiro de 2026, 19:42
  • sacana10: Tenham Um Feliz Ano De 2026
    01 de Janeiro de 2026, 12:35
  • FELISCUNHA: ghyt74   49E09B4F  e bom ano  4tj97u<z
    01 de Janeiro de 2026, 10:28
  • cereal killa:
    31 de Dezembro de 2025, 19:38

Autor Tópico: "Uma vergonha". Fenprof termina congresso com crítica a Marcelo  (Lida 466 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Nelito

  • Membro Satkeys
  • *
  • Mensagens: 19104
  • Karma: +2/-1
  • Sexo: Masculino
  • PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO

O 13.º congresso da Fenprof terminou com a garantia de luta pela contagem integral do tempo de serviço dos professores e crítica a Marcelo Rebelo de Sousa.

Mário Nogueira, reeleito este sábado secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) com 97,35% dos votos e que encerrou o congresso, em Lisboa, com a promessa de que os próximos desafios serão de luta pelos direitos dos professores e o rejuvenescimento da profissão, disse que os docentes não irão abdicar do tempo de serviço congelado e referiu-se a declarações do presidente da República como "uma vergonha".


Os professores reivindicam a contagem de nove anos, quatro meses e dois dias (9.4.2) de tempo de serviço congelado e alguns docentes confrontaram o chefe de Estado com a questão, em Portalegre, na semana passada, tendo Marcelo Rebelo de Sousa ironizado com os números.

No final do congresso, Mário Nogueira disse aos professores que a Fenprof tinha convidado o presidente da República, que num primeiro momento respondeu que oportunamente responderia.

[disse que] 9.4.2 para número de telefone ainda faltavam alguns dígitos

Mas, depois, acrescentou Mário Nogueira, "a última coisa que o ouvimos dizer em Portalegre, há dias, foi que 9.4.2 para número de telefone ainda faltavam alguns dígitos".

"Este presidente não é presidente de todos os portugueses. É uma vergonha o que ele disse sobre os professores e que isso fique registado", salientou.

No discurso de encerramento, Mário Nogueira falou das conquistas recentes da classe, mas também deixou duras críticas ao governo socialista. Na apresentação dos convidados, a representação do BE foi a mais aplaudida, enquanto a do PS foi assobiada pelos professores.

O decreto publicado este ano pelo governo repõe dois anos, nove meses e 18 dias do tempo de serviço dos professores.

O que Tiago Brandão Rodrigues teria aprendido se aqui estivesse!

Depois de enumerar os temas debatidos nos dois dias de congresso, Mário Nogueira concluiu com uma referência ao ministro da Educação: "O que Tiago Brandão Rodrigues teria aprendido se aqui estivesse! Tenho a certeza de que se ele cá estivesse era bem capaz de se ter transformado num ministro".

E depois, ainda na mesma linha de crítica ao Governo, referiu-se a outro tema falado no congresso, a democracia e a relação institucional do governo com os sindicatos, para dizer que os professores acabaram por ter "um ministro a bloquear a negociação, a acabar com o diálogo, a atentar contra a liberdade sindical e a fazer ameaças e pressão sobre os professores, pondo em causa o seu direito à greve", o que levou a uma participação crime que corre nos tribunais.

"E não a retiraremos de lá porque a Constituição da República é para levar até ao fim e o direito à greve é um direito constitucional", afiançou.

Na relação com os sindicatos o Governo "não tem sido democrático, impondo soluções sem negociar e sem discutir sequer as propostas dos sindicatos", disse.

Ainda assim, Mário Nogueira enumerou uma série de conquistas dos últimos três anos, nomeadamente o descongelamento do tempo de serviço. "Conseguimos coisas, muitas, e para isso foi determinante esta situação atual em que o PS governa sem maioria", lembrou.

A verdade é que, disse, dos nove anos, quatro meses e dois dias já foram conseguidos dois anos, nove meses e 18 dias. Faltam agora seis anos, seis meses e 23 dias, salientou, enquanto no palco do congresso eram colocados esses números em grande formato, talhados a esferovite.

E deixou uma certeza "absoluta", a de que enquanto os professores não forem respeitados a Fenprof não deixará de lutar, além de que não vai abdicar da contagem total do tempo de serviço. E, no primeiro dia do próximo governo, lá estará "a bater à porta".

Na sessão de encerramento discursou também o secretário-geral da central sindical CGTP, Arménio Carlos, que disse que o problema que continua no país, particularmente com os trabalhadores da administração pública, "não é um problema de dinheiro, mas de vontade política".

Depois da "troika" e do Governo anterior "temos agora um Governo que continua a financiar o setor privado, financeiro", que quando começou a ter prejuízos entregou a fatura a todos os portugueses. "O dinheiro que não há para os professores continua a haver para os bancos e esta é a situação que tem de se alterar", disse Arménio Carlos.

Nas palavras do sindicalista, o trabalho continua a ser "o parente pobre da política" do atual Governo, que tem "grande insensibilidade para ouvir as reivindicações dos professores" e dos trabalhadores do setor público e privado.
PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO