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Cantinho Satkeys
j.s.
:
a todos
20 de Junho de 2026, 15:51
FELISCUNHA
:
e bom fim de semana
20 de Junho de 2026, 11:31
JP
:
Pessoal
19 de Junho de 2026, 04:41
romi
:
Beleza
19 de Junho de 2026, 04:28
cereal killa
:
pessoal
18 de Junho de 2026, 23:28
JP
:
Pessoal
18 de Junho de 2026, 19:48
joaozinho_bosco
:
boas tardes.......há quanto tempo
18 de Junho de 2026, 14:35
j.s.
:
a todos
16 de Junho de 2026, 18:24
JP
:
Pessoal
16 de Junho de 2026, 05:44
j.s.
:
bom fim de semana
13 de Junho de 2026, 11:23
j.s.
:
a todos
13 de Junho de 2026, 11:23
JP
:
A Todos
12 de Junho de 2026, 05:28
JP
:
Pessoal
10 de Junho de 2026, 03:47
j.s.
:
passem por aqui
[link]
09 de Junho de 2026, 20:57
j.s.
:
um anonimo contribuiu com €10,00
09 de Junho de 2026, 20:56
j.s.
:
a todos
09 de Junho de 2026, 20:56
m1957
:
Vamos todos colaborar para que o forum continue! Bom fim de semana.
06 de Junho de 2026, 02:24
cereal killa
:
pessoal
04 de Junho de 2026, 14:49
j.s.
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03 de Junho de 2026, 10:01
j.s.
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fica aqui a descrição do numero da conta
03 de Junho de 2026, 10:00
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Autor
Tópico: Ao Crepusculo (Lida 2074 vezes)
0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.
casconha
Visitante
Ao Crepusculo
«
em:
09 de Dezembro de 2012, 20:57 »
Não...
Depois de te amar eu não posso amar mais ninguém.
De que me importa se as ruas estão cheias de homens esbanjando beleza e promessas ao alcance das mãos;
Se tu já não me queres, é funda e sem remédio a minha solidão.
Era tão fácil ser feliz quando estavas comigo.
Quantas vezes vezes sem motivo nenhum, ouvi teu riso, rindo feliz, como um guizo em tua boca.
E a todo momento, mesmo sem te beijar, eu estava te beijando...
Com as mãos, com os olhos, com o pensamento, numa ansiedade louca.
Nosso olhos, ah meu deus, os nossos olhos...
Eram os meus nos teus e os teus nos meus como olhos que dizem adeus.
Não era adeus no entanto, o que estava vivendo nos meus olhos e nos teus,
Era extase, ternura, infinito langor.
Era uma estranha, uma esquisita misturade ternura com ternura, em um mesmo olhar de amor.
Ainda ontem, cada instante uma nova espera,
Deslumbramento, alegria exuberante e sem limite.
E de repente... de repente eu me sinto como um velho muro.
Cheio de eras, embora a luz do sol num delírio palpite.
Não, depois de te amar assim,
Como um deus, como um louco,
nada me bastará e se tudo tão pouco,
Eu deveria morrer.
Pablo Neruda
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