* Cantinho Satkeys

Refresh History
  • j.s.: try65hytr a todos  4tj97u<z
    Hoje às 21:00
  • migcontins: Quim Barreiros - A Esteticista (EP) 2025
    Hoje às 15:42
  • FELISCUNHA: ghyt74   49E09B4F  E bom fim de semana   4tj97u<z
    29 de Março de 2025, 10:06
  • JPratas: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0
    28 de Março de 2025, 03:20
  • cereal killa: try65hytr pessoal so passei para desejar uma boa noite  wwd46l0'
    27 de Março de 2025, 20:44
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal  49E09B4F
    27 de Março de 2025, 11:32
  • j.s.: try65hytr a todos  4tj97u<z
    26 de Março de 2025, 20:40
  • FELISCUNHA: ghyt74   49E09B4F  e bom fim de semana   4tj97u<z
    22 de Março de 2025, 11:07
  • JPratas: try65hytr A Todos  4tj97u<z classic k7y8j0
    21 de Março de 2025, 03:27
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F
    20 de Março de 2025, 18:41
  • JPratas: dgtgtr Pessoal  4tj97u<z classic k7y8j0
    20 de Março de 2025, 18:22
  • FELISCUNHA: dgtgtr  pessoal   49E09B4F
    19 de Março de 2025, 16:30
  • estorula: bitrecover
    18 de Março de 2025, 22:37
  • estorula: BitRecover PST Converter Wizard 10.6.2 Portable
    18 de Março de 2025, 22:33
  • j.s.: try65hytr a todos
    18 de Março de 2025, 21:02
  • Subwoofer21: obg
    17 de Março de 2025, 20:17
  • j.s.: dgtgtr a todos  49E09B4F
    16 de Março de 2025, 16:43
  • FELISCUNHA: Votos de um santo domingo para todo o auditório  4tj97u<z
    16 de Março de 2025, 10:10
  • cereal killa: ghyt74 e bom domingo  classic
    16 de Março de 2025, 08:53
  • FELISCUNHA: try65hytr   49E09B4F
    13 de Março de 2025, 21:08

Autor Tópico: Sociedade civil deve ter um papel ativo na integração de migrantes  (Lida 235 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Nelito

  • Membro Satkeys
  • *
  • Mensagens: 19104
  • Karma: +2/-1
  • Sexo: Masculino
  • PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO

O Governo quer reforçar o trabalho em rede com a sociedade civil para acolher e integrar os imigrantes em Portugal, essencial para concretizar o Plano Nacional de Implementação do Pacto Global para as Migrações, alinhado com a estratégia europeia. A inclusão social será, aliás, o tema em debate pela ministra-adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, e o bispo auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar, na quarta sessão dos "Diálogos da Sustentabilidade".

Portugal foi um dos primeiros países a desenvolver um plano para a migração, tendo em vista a garantia de fluxos migratórios seguros, ordenados e regulares. Desde que entrou em vigor, em 2019, a lei de estrangeiros foi alterada, para criar o visto de procura de trabalho e implementar o acordo de mobilidade entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, destaca o gabinete da secretária de Estado da Igualdade e Migrações, Isabel Rodrigues. Ao promover a inclusão social, o plano nacional contribuiu para "reduzir as desigualdades", um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela Agenda 2030, aprovada pelas Nações Unidas em 2015.

700 MIL ESTRANGEIROS

Em 2021, de acordo com o Observatório das Migrações, viviam cerca de 699 mil estrangeiros com títulos de residência em Portugal, o que equivale a 6,8% da população. Um aumento de 36 792 mil face a 2020. A comunidade brasileira é a mais representada (205 mil), seguindo-se a britânica (42 mil), a cabo-verdiana (34 mil), a italiana (31 mil) e a indiana (30 mil), a maioria em idade jovem, ativa e fértil (20-49 anos).

"As pessoas dos PALOP procuram a associação para tudo. Muitas vêm em função de protocolos de saúde, por isso estão em situações precárias", conta, ao JN, Nilzete Pacheco, diretora técnica da Associação Lusofonia, Cultura e Cidadania (ALCC), que apoia centenas de imigrantes lusófonos na regularização de documentos, aprendizagem da língua portuguesa, formação e procura de emprego e no apoio ao empreendedorismo.


Apesar de o Governo ter sido "generoso" ao legalizar muitos dos imigrantes que aguardavam uma decisão do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Nilzete Pacheco não esconde que "as associações passam muitas dificuldades" devido aos atrasos na atribuição de apoios a projetos. "O Governo tem de entender que as associações são um investimento e não um gasto. É preciso que dentro do Orçamento do Estado haja um apoio mais diretivo às associações", adverte.

FLUXO DE REFUGIADOS


O plano nacional está a ser revisto. Foi um dos compromissos que a ministra-adjunta Ana Catarina Mendes assegurou, em maio de 2022, no Fórum Internacional da Revisão das Migrações da ONU. Em parte, devido às novas exigências e desafios trazidos pela guerra na Ucrânia. Desde o início da guerra, Portugal concedeu proteção temporária a 57 011 refugiados de várias nacionalidades vindos da Ucrânia, dos quais 14 472 são menores, detalha o Alto Comissariado para as Migrações.

Embora o Estado tenha dado uma resposta eficaz, "quando chegaram em massa em março, foi a sociedade civil que ofereceu habitação e ajudou a acolhê-los de forma não organizada", conta, ao JN, Pavlo Sadokha, presidente da Associação de Ucranianos em Portugal (AUP). Ainda assim, encontrar um teto para estes refugiados permanece um "problema grave", em especial nas grandes cidades. A AUP preocupa-se também com o número reduzido de jovens ucranianos (4 400) a frequentar a escola em Portugal, apesar do esforço do Ministério da Educação em garantir assistentes que falam as duas línguas para os acompanhar. À associação chegam também pedidos para apoio psicológico e burocrático.

Debate vai ser na Costa da Caparica

Decorre, depois de amanhã, o quarto de seis "Diálogos de Sustentabilidade", uma parceria entre o Global Media Group e a Fundação INATEL, no âmbito do Fórum de Sustentabilidade e Sociedade. Dedicado ao tema "Inclusão Social", conta com a presença da ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, e do bispo Américo Aguiar, responsável pela Jornada Mundial da Juventude. Pode assistir em direto, a partir das 15.30 horas, através dos sites do JN, DN, Dinheiro Vivo e TSF; ou ao vivo, no INATEL da Costa da Caparica (mas com inscrição prévia e obrigatória através de jn.pt e dn.pt).

Nilzete Pacheco

Diretora técnica da ALCC

"O movimento associativo deve ser visto pelo Governo como um parceiro que se pode sentar à mesa para falar sobre imigração"
PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO