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Autor Tópico: SEXUALIDADE NA GRAVIDEZ  (Lida 780 vezes)

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sevla

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SEXUALIDADE NA GRAVIDEZ
« em: 30 de Novembro de 2012, 00:02 »
SEXUALIDADE NA GRAVIDEZ



Com a gravidez, muita coisa se faz nova e a vida sexual faz parte dessa novidade. Tanto a gravidez quanto o pós-parto é cheio de mudanças biológicas, psicológicas e inter-relacionais que marcam – direta e indiretamente – a sexualidade. Tal momento poderá originar um aprofundamento da experiência sexual do casal, capaz de aumentar a cumplicidade ou gerar dificuldades.
As mulheres ficam mais carentes e precisam como nunca da aliança com o parceiro, da sua proximidade, carinho, proteção e do seu afeto. Se por um lado, algumas dificuldades podem acabar por distanciar o casal levando a uma expressiva diminuição do desejo, por outro, nessa fase alguns hormônios são capazes de deixá-las mais excitadas. Além da vantagem de não haver preocupação em se prevenir de uma gravidez ou mesmo em conseguir engravidar.
Os homens costumam, hoje em dia, a participar dessa época ativamente. Assim, o casal passa por momentos de adaptação físicas e emocionais, incluindo as relacionadas com a relação sexual. Alguns parceiros relatam sintomas de gravidez também. Eles não passam pelas mesmas alterações femininas, mas podem ser afetados por questões como a criação do filho, ansiedade referente ao momento do parto, a responsabilidade em ser pai, a visão da gravidez como um momento sagrado (levando a diminuição do seu desejo sexual), diminuição da atração sexual pela novas formas da parceira, medo de machucar o bebê ou a parceira com a penetração, sentimento de exclusão da relação e conseqüente ciúmes e o entendimento da figura da mãe e da mulher na mesma pessoa. Esse último fato também é relatado por algumas mulheres que hesitam em buscar a própria sexualidade sem culpa em um momento tão intenso e cheio de emoções diversas.
Assim, falar de sexo na gravidez é falar dos mitos e fantasmas que limitam o prazer sexual do casal. Alguns podem interferir na tranqüilidade sexual do casal, como o medo da penetração. Mas não há porque se preocupar; o bebê está bem protegido dentro do útero por algumas camadas de músculos, pelo saco gestacional e por uma mucosa que bloqueia a entrada uterina. Além disso, o sexo é capaz de fortalecer os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, além de deixar a mãe feliz e relaxada. E se o bebê sente tudo o que a mãe sente, sexo é bom durante toda a gravidez.
Mas se o casal não se sente à vontade para que ocorra a penetração, outras maneiras podem ser experimentadas. Afinal sexo não se resume a ela, envolve jogos eróticos, sexo oral ou anal e a masturbação. Então, use a criatividade, pois há alternativas de se relacionar sexualmente caso o obstetra* avise que é melhor a abstenção sexual. Descubra novas fontes de prazer que não precisam ser deixadas de lado.
Claro que algumas patologias podem impedir o exercício da atividade sexual. Caso tenha ocorrido algum sangramento de escape (ou spotting) no início da gestação é aconselhável que não haja sexo com penetração até a 14ª semana. Também não se recomenda o sexo quando ocorre deslocamento da placenta, perda de líquido amniótico ou ameaça de aborto. Dilatação precoce do colo do útero e pressão alta no final da gravidez também pedem cuidado. Além desses, caso haja sensibilidade vaginal aumentada, infecções recorrentes, lesões vaginais ou dor, o sexo também deve ser interrompido. A situação sempre deve ser pensada com a ajuda do binômio: conforto X desconforto.
Claro que nos primeiros meses, enjôos, dores no seio, cansaço, náusea e preocupações gerais podem acabar diminuindo o bem estar e o desejo sexual da mulher. É o pico da progesterona no ovário também. Normalmente, as mulheres relatam que no 2º semestre é quando ocorre o desejo mais intenso de suas vidas sexuais por ganharem mais disposição e energia por conta do hormônio do crescimento GH. Além disso, a vagina está sensível devido à maior vascularização da região.
Nos últimos meses, o volume da barriga e o desconforto na lombar também podem influenciar na queda da libido, havendo um desligamento quase que automático em relação ao sexo. Os casais precisarão procurar por novas posições capazes de deixar a barriga mais à vontade, como lado a lado, ou por trás. Durante o último mês, não há um consenso entre os obstetras. Enquanto alguns recomendam abstinência até o final da gravidez, outros acreditam que seja necessário só na última semana.
Mas após o parto, a abstinência é recomendada. Além disso, a mulher normalmente apresenta um menor desejo sexual nessa época devido ao aumento da prolactina e ao próprio cansaço com a adaptação dos cuidados iniciais com o bebê, o que se associa para inibir o desejo. Essa falta inicial de desinteresse é natural e até mesmo desejável, pois o corpo necessita se recompor das mudanças e do estresse tanto da gravidez quanto do parto. Com o tempo, e aos poucos, o desejo e a vida sexual retornam. Conversar e ter paciência é bem vindo e o apoio desenvolvido nesse momento permite a aproximação e a continuação da sexualidade num futuro próximo.
*O primeiro cuidado que se deve pensar durante a gestação é um acompanhamento pré-natal adequado.