* Cantinho Satkeys

Refresh History
  • JP: dgtgtr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0
    27 de Julho de 2026, 19:40
  • j.s.: tenham um excelente domingo  yu7gh8 yu7gh8
    26 de Julho de 2026, 11:29
  • j.s.: ghyt74 a todos  49E09B4F 49E09B4F
    26 de Julho de 2026, 11:28
  • FELISCUNHA: ghyt74  e bom fim de semana  4tj97u<z
    25 de Julho de 2026, 11:29
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 classic
    24 de Julho de 2026, 04:53
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F
    22 de Julho de 2026, 21:03
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 yu7gh8
    21 de Julho de 2026, 03:46
  • momo2free: dorcal
    19 de Julho de 2026, 18:10
  • FELISCUNHA: Votos de um santo domingo para todo o auditório  k8h9m
    19 de Julho de 2026, 10:44
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z  2dgh8i k7y8j0
    14 de Julho de 2026, 05:28
  • j.s.: ghyt74 a todos
    13 de Julho de 2026, 08:29
  • cereal killa: try65hytr pessoal  r4v8p 4tj97u<z
    08 de Julho de 2026, 22:21
  • JP: dgtgtr Pessoal 4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 r4v8p
    07 de Julho de 2026, 18:29
  • j.s.: tenham um bom domingo  4tj97u<z
    05 de Julho de 2026, 09:39
  • j.s.: ghyt74 a todos  49E09B4F
    05 de Julho de 2026, 09:38
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 r4v8p xe4s
    03 de Julho de 2026, 04:43
  • cereal killa: try65hytr pessoal,esta calor do karago  r4v8p 43e5r6
    01 de Julho de 2026, 22:01
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F
    30 de Junho de 2026, 21:02
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z  2dgh8i k7y8j0 r4v8p
    30 de Junho de 2026, 05:31
  • JP: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 classic
    26 de Junho de 2026, 05:05

Autor Tópico: Morrem mais migrantes no Mediterrâneo apesar de travessias diminuírem  (Lida 841 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Nelito

  • Membro Satkeys
  • *
  • Mensagens: 19104
  • Karma: +2/-1
  • Sexo: Masculino
  • PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO

A taxa de mortalidade de migrantes no Mediterrâneo aumentou desde o início deste ano em comparação com o mesmo período de 2017, apesar da diminuição do número dos que fazem a travessia.

Segundo o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), a rota entre a Líbia e a Itália continua a ser a mais letal, com um migrante morto por cada 18 que alcançaram a Europa entre janeiro e julho passados, em contraste com um morto por cada 42 pessoas que chegaram ao continente europeu nos mesmos meses de 2017.

A agência da ONU divulgou hoje um relatório com dados sobre a imigração via Mediterrâneo, que fez coincidir com a data do terceiro aniversário do aparecimento numa praia da Turquia do cadáver do menino sírio Alan Kurdi, cujas imagens comoveram a opinião pública mundial.

No documento, o ACNUR indica que nos primeiros sete meses deste ano se reduziu o número de chegadas de migrantes, sobretudo a Itália.

A tendência é contrária em Espanha, que se tornou o principal ponto de entrada no continente, com 27.600 migrantes, por via marítima (23.800) e terrestre (3.800).

À Grécia chegaram 26.000, e a Itália 18.500, o que representa globalmente uma diminuição das entradas, que o organismo atribui em parte aos esforços que os Governos europeus estão a fazer para reduzir a imigração clandestina, embora critique que o façam sem aumentar o acesso a meios seguros e legais para aqueles que pedem proteção internacional.

A rota do Mediterrâneo que leva a Espanha foi onde a mortalidade mais aumentou, ao passar de 113 casos para 318 no período analisado de 2017 e 2018, respetivamente.

Em Itália, o número de mortes caiu de 2.276 para 1.095, mas, na realidade, a taxa de mortalidade duplicou, se se tiver em conta que as chegadas por mar baixaram de 95.200 para 18.500, segundo os dados constantes do relatório.

Na rota do Mediterrâneo oriental, que faz a ligação entre a Turquia e a Grécia, o número de mortos subiu de 38 para 99.

Esses dados excluem quem morreu na rota até ao local de embarque, seja na Líbia, no deserto do Saara ou em qualquer outro ponto do norte de África.

O fator central que terá contribuído para o aumento da mortalidade no Mediterrâneo terá sido a redução da capacidade de busca e salvamento na costa da Líbia, quando comparada com a que existia um ano antes, quando oito organizações não-governamentais (ONG) resgataram 39.000 migrantes.

Em contraste, nos primeiros sete meses deste ano, a guarda costeira líbia foi a principal responsável por essa tarefa, com dois barcos de patrulha, e só duas ONG se mantiveram presentes.

O ACNUR afirma que o resultado destas alterações foi que "as interceções e resgates cada vez ocorrem mais longe da costa", fazendo com que os migrantes viajem em embarcações precárias e inseguras durante mais tempo e percorrendo maiores distâncias.

As mudanças na dinâmica migratória via Mediterrâneo também levaram a mudanças nas principais nacionalidades que chegam à Europa.

Entre janeiro e julho de 2017, eram essencialmente procedentes da Nigéria, Guiné-Conacri e Costa do Marfim e usavam a rota central para chegar a Itália.

Este ano, a Síria, o Iraque e a Guiné-Conacri são os países de origem mais representados e os migrantes utilizaram sobretudo a rota do Mediterrâneo ocidental.
PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO