* Cantinho Satkeys

Refresh History
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal  4tj97u<z
    26 de Janeiro de 2026, 11:00
  • espioca: avast vpn
    26 de Janeiro de 2026, 06:27
  • j.s.: dgtgtr  todos  49E09B4F
    25 de Janeiro de 2026, 15:36
  • Radio TugaNet: Bom Dia Gente Boa
    25 de Janeiro de 2026, 10:18
  • FELISCUNHA: dgtgtr   49E09B4F  e bom fim de semana  4tj97u<z
    24 de Janeiro de 2026, 12:15
  • Cocanate: J]a esta no Forun
    24 de Janeiro de 2026, 01:54
  • Cocanate: Eu tenho
    24 de Janeiro de 2026, 01:46
  • Cocanate: boas minha gente
    24 de Janeiro de 2026, 01:26
  • joca34: BOM DIA AL TEM ESTE CD Star Music - A Minha prima Palmira
    23 de Janeiro de 2026, 15:23
  • joca34: OLA
    23 de Janeiro de 2026, 15:23
  • FELISCUNHA: Bom dia pessoal  4tj97u<z
    23 de Janeiro de 2026, 10:59
  • JPratas: try65hytr Pessoal  4tj97u<z 2dgh8i k7y8j0 classic
    23 de Janeiro de 2026, 05:16
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F
    20 de Janeiro de 2026, 18:15
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal   49E09B4F
    20 de Janeiro de 2026, 11:07
  • j.s.: dgtgtr a todos  49E09B4F
    18 de Janeiro de 2026, 16:02
  • FELISCUNHA: ghyt74   49E09B4F  e bom fim de semana  4tj97u<z
    17 de Janeiro de 2026, 11:18
  • JPratas: try65hytr Pessoal  2dgh8i k7y8j0 yu7gh8
    16 de Janeiro de 2026, 04:50
  • j.s.: try65hytr a todos  49E09B4F 49E09B4F
    15 de Janeiro de 2026, 19:29
  • FELISCUNHA: ghyt74  pessoal   49E09B4F
    15 de Janeiro de 2026, 11:51
  • j.s.: try65hytr a todos
    13 de Janeiro de 2026, 19:09

Autor Tópico: Senado argentino recusa despenalização do aborto  (Lida 720 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Nelito

  • Membro Satkeys
  • *
  • Mensagens: 19104
  • Karma: +2/-1
  • Sexo: Masculino
  • PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO
Senado argentino recusa despenalização do aborto
« em: 10 de Agosto de 2018, 07:13 »

O governo da Argentina destacou o debate "democrático" dado nos últimos meses ao aborto, depois de o Senado recusar um projeto para despenalizar a interrupção voluntária da gravidez, decisão que os defensores "pró-vida" celebraram amplamente.

Horas depois de, na madrugada de quarta-feira, a Câmara Alta argentina recusar, por 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções, a iniciativa que tinha recebido a aprovação dos deputados em junho passado, o presidente argentino, Mauricio Macri, disse que o debate social sobre o assunto vai continuar.

Em declarações à imprensa, o responsável considerou "muito importante" continuar a trabalhar numa formação integral que inclua "o capítulo da educação sexual".

Atualmente, a lei argentina só permite o aborto quando a gravidez resulta de uma violação ou coloca em perigo a vida da mãe.

A iniciativa em debate autorizava o aborto dentro das 14 semanas de gestação "somente com o pedido da mulher", enquanto além daquela semana seria permitido para gravidezes que acontecessem após uma violação, em caso de risco de vida ou saúde da mulher ou inviabilidade da vida extrauterina do feto.

O projeto, que durante anos foi impulsionado, sem sucesso, por forças de esquerda e grupos feministas, começou a ser discutido no Congresso este ano depois de Macri ter permitido o debate.

"Estes 180 dias foram um período de crescimento democrático para a nossa sociedade sobre um assunto que não era debatido há quase 100 anos", disse o chefe de gabinete argentino, Marcos Pena, à imprensa.

Por seu turno, o ministro da Saúde, Adolfo Rubinstein, que se declarou abertamente favorável ao projeto, reconheceu hoje estar "um pouco frustrado com o fim" do debate parlamentar e defendeu a aplicação dos protocolos vigentes para a interrupção legal da gravidez.

A rejeição do projeto foi amplamente comemorada por vários grupos que defendem os direitos da criança em gestação e que pedem diálogo para desenvolver ações em favor de mulheres com gravidez indesejada.

A Unidade Provida, formada por diferentes organizações contra o aborto, agradeceu numa declaração a "coragem" dos senadores que "defenderam com convicção os direitos das mulheres e dos fetos, levantando suas vozes para os mais indefesos".

Também a Aliança Cristã de Igrejas Evangélicas da Argentina saudou os senadores que "honraram a dignidade da vida da criança que ainda não nasceu" e decidiram de acordo com as "leis fundamentais".
PORTA-TE MAL MAS COM ESTILO