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Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:30 por Nelito
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Pablo, brasileiro de 24 anos, liderou uma quadrilha que "invadiu" 24 mil contas bancárias em três anos. Fazia uma vida de estrela de Hollywood, com idas ao Mónaco e passeios de Ferrari.

Pablo Henrique Borges, 24 anos, tinha o mundo a seus pés. Em três anos, ele e dois cúmplices "invadiram" 24 mil contas bancárias de onde desviaram 400 milhões de reais. O jovem possuía uma frota de carros de luxo, incluindo um Ferrari avaliado em mais de 20 milhões de reais (cerca de 4,7 milhões de euros), e uma mansão.
Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:28 por Nelito
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Fan Bingbing, a atriz mais famosa e mais bem paga celebridade da China, desapareceu no início de julho, para ressurgir apenas três meses depois. A misteriosa ausência da estrela espoletou uma série de teorias da conspiração. Estaria exilada? Teria sido raptada? Detida pelo governo? Ou um suposto caso amoroso com o vice-presidente do país - como se especulou - tê-la ia forçado a esconder-se dos radares do público? As versões abundam mas nenhuma foi confirmada. Para já, sabe-se uma razão que a levou a desaparecer.

Não havia sinais de Fan Bingbing desde 1 de julho, quando a atriz internacional de 36 anos, presença assídua no Festival de Cannes, visitou um hospital pediátrico em Pequim, segundo o "South China Morning Post", jornal de língua inglesa com sede em Hong Kong. Depois disso, mais ninguém lhe poria os olhos em cima nem a acompanharia nas redes sociais, até à passada segunda-feira, quando foi vista em público, pela primeira vez em três meses, a sair do aeroporto internacional de Pequim.

O desaparecimento daquela que foi considerada pela revista Forbes a atriz mais bem paga da China no ano passado (com ganhos estimados em 39 milhões de euros) ocorreu cerca de um mês depois de um apresentador de televisão ter levantado a suspeita de que Bingbing estaria ligada a um esquema de fuga ao fisco. O também jornalista Cui Yongyuan, figura controversa da TV chinesa, que inaugurou uma forma mais descontraída de aparecer no pequeno ecrã, é conhecido por vazar informações sobre contratos ilícitos na indústria cinematográfica do país e poderá ter contribuído para a retirada de Fan dos holofotes.

Em meados de julho, o jornalista de investigação Li Weiao, vencedor de prémios na área, divulgou no "The Economic Observer" que Fan Bingbing e o irmão mais novo, Fan Chengcheng, tinham sido impedidos de sair do país, por estarem envolvidos num alegado esquema de evasão fiscal. Citando uma fonte não identificada, aquele jornal noticiou que as autoridades estavam a investigar as suspeitas desde o final de junho. A história, amplamente partilhada depois de publicada, foi eliminada do site do semanário uma hora depois. Entretanto, de acordo com o site de notícias nova-iorquino "Business Insider", o governo chinês proibiu os órgãos de comunicação estatais de publicarem notícias sobre a atriz.

Em vídeos publicados online, o bilionário chinês Guo Wengui, a viver nos EUA por incompatibilidade com o governo de Xi Jinping, levantou a tese de que a atriz manteria uma relação secreta com o vice-presidente chinês, na altura que precedeu o seu desaparecimento. E foi mais longe, acrescentando que Fan desapareceu "porque alguém a queria calar" e não por causa de uma alegada evasão fiscal. Segundo relatou o "The Mail", no domingo, citando documentos judiciais, a atriz tê-lo-á processado por difamação.


Fan Bingbing no Festival de Cannes de 2018


Atriz admitiu fuga ao fisco

Os enredos cinematográficos que foram surgindo em torno das razões para o desaparecimento da atriz foram, na semana passada, finalmente dissipados. Foi através de uma carta aberta publicada na rede social Weibo, o parente chinês do Twitter, onde a atriz tem 62 milhões de seguidores, que Fan ressurgiu e emitiu um comunicado explicativo da sua ausência, que mais soou a um pedido de desculpas forçado.

Expressando "profunda vergonha e tristeza", Fan admitiu que, durante anos, não apresentou ao fisco o seu vencimento real, através da prática dos chamados "contratosyin-yang", esquema de evasão fiscal em que se declara um contrato com valor mais baixo, enquanto outro com valor mais elevado é pago por baixo da mesa. O tabloide "Global Times" já tinha avançado que a atriz teria assinado dois contratos para o mesmo filme: um no qual receberia 10 milhões de yuan (cerca de 1,25 milhões de euros) e outro no qual receberia para 50 milhões de yuan (6,26 milhões de euros).

Como consequência, a estrela foi condenada a pagar 892 milhões de yuans(113 milhões de euros) por evasão fiscal e outros crimes.

As ações pelas quais se desculpou não foram apenas um "erro pessoal", mas também uma "traição" à nação, considerou. "Devo o meu sucesso ao apoio do meu país e do seu povo. Sem as grandes políticas do Partido Comunista Chinês e do país, sem o amor do povo, não haveria Fan Bingbing", escreveu na nota, lamentando não ter colocado os interesses do Estado à frente dos seus. Em suma, um discurso em torno das ideias de responsabilidade social e dever patriótico, marcado pela assunção de culpa e falha ao país.

A linguagem, que legitima a ideia de texto encomendado, uma vez que poderia bem ter sido retirada dos discursos dos governantes chineses, foi comparada pela revista "The New Yorker" às autocríticas que os contrarrevolucionários do tempo da Revolução Cultural, que durou de 1966 a 76, eram forçados a escrever sob pena de tortura ou morte.

Paradeiro desconhecido

Sobre o paradeiro de Fan Bingbing durante o tempo que esteve afastada do público, não há certezas. Segundo o "South China Morning Post", Fan Bingbing poderá ter estado detida na província costeira de Jiangsu, num regime de detenção habitualmente aplicado a suspeitos de corrupção e dissidentes políticos. Mas as autoridades chinesas não se pronunciaram.

Filme cancelado

Quando desapareceu, Fan Bingbing preparava-se para o lançamento do seu mais recente trabalho, um drama sobre a II Guerra Mundial cujas filmagens já estavam concluídas e que seria lançado a 26 de outubro. "Air Strike", que contava com participações dos norte-americanos Bruce Willis e Adrien Brody, vencedor de um Oscar em 2002, foi entretanto cancelado. O cancelamento foi anunciado na quarta-feira pelo realizador, sem especificar razões. Xiao Feng escreveu no Weibo que era "hora de deixar ir".

Num país de crescimento económico desenfreado, em que a evasão fiscal é excessiva entre os mais ricos, não foi o suposto delito da atriz que chamou a atenção do público, foi sim a forma surpreendente como o seu caso foi tratado. Isto porque contrariou o histórico de desaparecimentos de ativistas de direitos humanos e dissidentes políticos, cujas ausências tendem a atrair pouca atenção no país.

Quem é Fan Bingbing: da casa humilde no leste da China até Hollywood


Fan Bingbing no Festival de Cannes de 2010


Fan nasceu em 1981, no seio de uma família humilde na cidade chinesa de Qingdao, no leste. Cresceu durante os anos da "reforma e abertura" de Deng Xiaoping, marcados por políticas liberais e pró-empreendedorismo que apresentaram oportunidades culturais e económicas que levaram alguns a grandes patamares de fama e fortuna. "Não preciso de me casar dentro de uma família rica. Eu sou a minha própria família rica", gabava-se Fan.

Aos 33 anos, a chinesa era a quarta atriz mais bem paga do mundo, colada às norte-americanas Angelina Jolie e Julia Roberts, e à frente de Jenniffer Lawrence. Além do papel de destaque na indústria cinematográfica da China, Fan, presença assídua no Festival anual de Cannes, logrou rumar aos Estados Unidos, onde integrou produções de Hollywood, tendo participado na série "X-Men" e no filme de ficção científica "Iron Man 3". A par do grande ecrã, os grandes outdoors publicitários nas ruas. Contratada para ser embaixadora de marcas como a Louis Vitton, a Cartier e a Mercedes-Benz, a omnipresença da sua imagem é apenas comparada à de Xi Jinping.

Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:25 por Nelito
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O presidente dos Estados Unidos admitiu que "certamente parece" que o jornalista saudita desaparecido, Jamal Khashoggi, está morto e ameaçou com consequências "muito severas" se se apurar que o regime de Riade o matou.

Donald Trump, que tem insistido que devem ser conhecidos mais factos antes de tomar uma posição, não revelou em que é que se baseou para fazer a última declaração sobre o destino do jornalista, no caso, a sua eventual morte.

Quando questionado sobre se Jamal Khashoggi estava morto, Trump respondeu: "Certamente que assim parece... Muito triste".

Perguntado sobre as consequências para os líderes sauditas se se apurasse que eram responsáveis pela morte, respondeu: "Teriam de ser severas. É um caso mau, mau. Mas, vamos ver o que vai acontecer".

Antes de Donald Trump falar, o seu Governo anunciou que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, anulou a sua deslocação a um importante fórum económico na Arábia Saudita e um dirigente afirmou que o secretário de Estado, Mike Pompeo, tinha avisado o príncipe herdeiro que a sua credibilidade, enquanto futuro líder, estava em causa.

Mike Pompeo disse que os sauditas deveriam ter mais alguns dias para acabarem e divulgarem uma investigação credível, antes de os Estados Unidos da América decidirem "como e se" respondem.

Os comentários de Trump, contudo, assinalam uma certa urgência com o fim da investigação ao desaparecimento do jornalista, que foi visto pela última vez a entrar no consulado saudita em Istambul, em 02 de outubro.

A mensagem implícita é a de que o Governo de Trump está preocupado com o efeito que o caso pode ter nas relações com um parceiro estratégico, próximo e valioso.

Congressistas, cada vez mais irritados, estão a condenar os sauditas e a questionar a seriedade com quem Trump e os principais assessores estão a gerir o assunto, com este a enfatizar os mil milhões de dólares em armas negociados com os sauditas.

Relatórios turcos indicam que Khashoggi, que tem escrito colunas com críticas ao Governo saudita no "The Washington Post" ao longo do último ano, foi assassinado e desmembrado dentro do consulado saudita em Istambul por membros de um "esquadrão da morte" com ligações ao príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.

Os sauditas têm desmentido estes relatórios, mas ainda não explicaram o que aconteceu ao jornalista.

O jornalista saudita Jamal Khashoggi, que estava exilado nos Estados Unidos desde 2017 e era um reconhecido crítico do poder em Riade, desapareceu no passado dia 02 de outubro depois de ter entrado no consulado saudita em Istambul, Turquia, para tratar de questões administrativas. O jornalista não foi visto desde então.

Na quarta-feira, um jornal turco pró-governamental revelou ter gravações de áudio realizadas no interior do consulado, avançando que Jamal Khashoggi, tinha sido torturado e desmembrado por agentes sauditas.

A Arábia Saudita nega qualquer envolvimento no desaparecimento do jornalista, adiantando que ele deixou a missão diplomática pelo próprio pé. No entanto, Riade não apresentou qualquer prova que sustente tal teoria.
Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:24 por Nelito
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Em ano de três atos eleitorais, se juntarmos as regionais da Madeira, o OE conta com despesa extra do voto eletrónico e de mais emigrantes a ir às urnas.

Entre o financiamento aos partidos para as campanhas eleitorais e a organização de três atos eleitorais - as europeias em maio do próximo ano, as regionais da Madeira e as legislativas em outubro -, o Governo inscreveu na proposta para o Orçamento do Estado para 2019 cerca de 13 milhões de euros.

O documento refere que se vai verificar no próximo ano "um crescimento da despesa total consolidada de 12,9 milhões de euros, justificado maioritariamente com o aumento de despesa prevista no âmbito das campanhas eleitorais a terem lugar em 2019 (Parlamento Europeu, Assembleia da República e Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira)".

Para este aumento mais significativo estará a contribuir não só o financiamento dos partidos como também a experiência-piloto do voto eletrónico a realizar no distrito de Évora nas próximas eleições europeias.

Nas últimas legislativas, em 2015, os sete partidos com representação parlamentar gastaram perto de dez milhões de euros na campanha eleitoral, um montante que agrupa a subvenção do Estado e os outros financiamentos partidários. Há três anos, o PSD e o CDS concorreram coligados e apresentaram despesas no valor de 4,3 milhões de euros, enquanto o PS gastou cerca de 3,2 milhões, logo seguido da CDU com 1,4 milhões e do Bloco de Esquerda com 840 mil euros.

Luta contra abstenção

A proposta do OE 2019 indica também que irão para o terreno várias medidas de reforço da participação democrática no processo eleitoral, como, por exemplo, a eliminação de restrições ao voto antecipado, permitindo que os eleitores manifestem, por simples declaração, a intenção de exercer o direito de voto no sétimo dia anterior ao da eleição. Para o ano, os eleitores poderão votar em mobilidade. Ou seja, poderão escolher a mesa de voto em que querem exercer o voto antecipado. Vai também haver uma desmaterialização dos cadernos eleitorais.

1,3 milhões de eleitores

No próximo ano, haverá mais 1,3 milhões de novos eleitores por causa do recenseamento automático de residentes no estrangeiro, principalmente de emigrantes ou filhos de emigrantes.

Em declarações recentes ao JN, António Cunha, conselheiro da comunidade portuguesa no Reino Unido, disse estar "contente com este primeiro passo". Há dois anos, António Cunha impulsionou uma petição precisamente para que fosse instituído, também para a emigração, o recenseamento automático aquando da emissão do cartão de cidadão.

Com esta mudança, "passar-se-á dos atuais 314 862 cidadãos recenseados no estrangeiro para mais 1,5 milhões", estimava José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

A batalha mais imediata será levar os emigrantes a votar. Nas legislativas de 2015, registaram-se 28 mil votos em 314 mil eleitores. Para reduzir a abstenção, o Governo já iniciou ações de informação e reforçou o número de consulados com poderes para ter mesas eleitorais. "Temos vindo a capacitar a rede para que esteja operacional", garantia ao JN José Luís Carneiro.

Subvenções

Sete milhões em pensões douradas para antigos políticos em 2019

O Estado pagará 7,17 milhões de euros em subvenções vitalícias a ex-políticos em 2019. São menos 100 mil euros do que no ano anterior. Em 2016, últimos dados disponíveis, havia 318 pessoas com direito às pensões douradas criadas pelo Governo do Bloco Central, de Mário Soares, em 1985, segundo uma lista da Caixa Geral de Aposentações (CGA). No verão, o Governo retirou a lista do site da CGA, invocando regras de proteção de dados. A decisão, criticada por todos os partidos, obrigou o PS a entregar uma proposta de aditamento aos projetos sobre transparência nos cargos públicos para repor a publicação da lista. Ao JN, o centrista António Carlos Monteiro, membro da comissão parlamentar para a transparência, disse que a proposta revela o "sentimento de culpa do PS que originou o problema". "Diz que o quer resolver, mas na verdade não o está a resolver porque a proposta não está sequer ainda a ser discutida". N.M.R.

Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:21 por Nelito
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O general Frederico José Rovisco Duarte foi, esta quinta-feira, exonerado das funções de Chefe do Estado-Maior do Exército pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sequência de proposta do Governo.

Esta informação consta de uma nota divulgada no site da Presidência da República, na qual se reitera que "o senhor general Rovisco Duarte tinha apresentado a sua resignação, por motivos pessoais, através de carta dirigida ao Chefe de Estado", que é também Comandante Supremo das Forças Armadas.

Nesta nota da Presidência da República, são divulgados os termos em que a demissão foi apresentada nessa carta: "Por motivos de natureza pessoal, que tornam insustentável a continuação no exercício das altas funções para que tive a honra de ser nomeado, venho apresentar a Vossa Excelência a minha resignação ao cargo de Chefe do Estado-Maior do Exército. Com elevada estima e consideração pessoal, Frederico José Rovisco Duarte, General".

O tenente-general Frederico Rovisco Duarte, que tomou posse no cargo de Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) em 15 de abril de 2016 e terminaria o mandato em abril do próximo ano, justificou a demissão numa mensagem dirigida internamente aos civis e militares do Exército afirmando que "circunstâncias políticas assim o exigiram".

O Governo propôs hoje ao Presidente da República a exoneração de Frederico Rovisco Duarte do cargo de CEME, decisão que foi tomada em Conselho de Ministros, após ter sido ouvido, através do ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. O executivo referiu que a exoneração acontece a pedido do general.

A demissão de Rovisco Duarte ocorreu na quarta-feira, dois dias depois da posse do novo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, que substituiu José Azeredo Lopes na sequência da sua demissão, que teve como base os desenvolvimentos da investigação judicial ao desaparecimento do material militar do paiol de Tancos e o seu posterior reaparecimento.

O pedido de demissão do general Rovisco Duarte foi dirigido por carta ao chefe de Estado e não ao Governo.

De acordo com uma nota divulgada na quarta-feira Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa recebeu nesse dia a carta de Rovisco Duarte a pedir a resignação do cargo, "invocando razões pessoais", que transmitiu ao Governo, "a quem compete, nos termos constitucionais e da Lei Orgânica das Forças Armadas propor a exoneração de chefias militares".

O Ministério da Defesa Nacional aceitou o pedido de demissão e anunciou que deu início no mesmo dia ao processo de substituição de Rovisco Duarte, que implica audições aos possíveis sucessores.

Segundo um comunicado do gabinete do ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, o general Rovisco Duarte "pediu, por motivos pessoais", a exoneração do cargo.

Entre os nomes possíveis para suceder a Rovisco Duarte estão os tenentes-generais Guerra Pereira, comandante das Forças Terrestres, que foi chefe de gabinete do anterior chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Pina Monteiro, além de Fonseca e Sousa, comandante do Pessoal, Cóias Ferreira, comandante da Logística, e Campos Serafino, vice-CEME.

O general do Exército Rui Clero, comandante-operacional da GNR, e os generais Nunes da Fonseca e Luís Miguel, também colocados na GNR, são também possíveis sucessores de Rovisco Duarte.

A Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas estabelece que os chefes de Estado-Maior são nomeados e exonerados pelo Presidente da República, sob proposta do Governo.
Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:18 por Nelito
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Executivo cria contribuição que será paga por donos de casas e terrenos e por empresas de risco. Braga e Viseu não querem cobrá-la.

O Governo vai criar uma contribuição para financiar a Proteção Civil Municipal, mas o novo imposto, cuja receita irá para as câmaras e que será pago por proprietários de imóveis e de terrenos e empresas cuja atividade encerre riscos, está a dividir os autarcas. As câmaras de Braga e de Viseu garantem que, se tiverem opção, não cobrarão o imposto.

"Sou contra a criação de mais uma taxa sobre as pessoas", avisa Almeida Henriques. Enquanto vice-presidente da Associação Nacional de Municípios, defenderá essa posição na reunião do Conselho Diretivo de terça-feira. Rui Santos, presidente de Vila Real e dos Autarcas Socialistas, e Jorge Botelho, autarca de Tavira e líder da Comunidade Intermunicipal do Algarve, olham com cautela para a contribuição.

Já os autarcas de Gaia e de Caminha, Eduardo Vítor Rodrigues e Miguel Alves, são favoráveis à medida face aos custos crescentes com a Proteção Civil, embora o gaiense rejeite uma cobrança universal, defendendo que cada Autarquia defina quem deve pagar.

A principal dúvida dos autarcas é a abrangência da contribuição, inscrita no Orçamento do Estado (OE) para 2019 e que surge depois de ter sido declarada a inconstitucionalidade das taxas municipais de Proteção Civil de Lisboa, de Gaia e de Setúbal. Por um lado, desperta a dúvida se a aplicação "fica ao arbítrio dos municípios ou é obrigatória", atenta Rui Santos. Por outro, há a incógnita sobre a possibilidade de exigir o pagamento só a parte da população.

Isenta pobres e deficientes

No OE, o Governo indica que a contribuição incidirá sobre os proprietários de prédios urbanos e rústicos e sobre empresas cuja atividade possua riscos industriais, rodoviários, biológicos (como a agricultura e a pecuária), de acidente químico e de incêndio florestal. Só isenta do pagamento pessoas com deficiência (incapacidade superior a 60%) ou com baixos rendimentos. No entanto, caberá às assembleias municipais aprovar o regulamento com o cálculo da contribuição, cuja receita poderá cobrir até 80% do total de custos dos municípios com as ações de Proteção Civil.

Nesses custos, incluem-se salários, investimentos em equipamento e em obras para aumentar a resiliência do território, rendas de infraestruturas, subsídios às corporações e o montante necessário para a "constituição de um fundo municipal reservado à cobertura de encargos futuros ou eventuais referentes à ocorrência de riscos". Os termos de criação desse fundo serão definidos pelo Governo em decreto-lei, a publicar em 2019.

"Faz sentido que haja comparticipação para a Proteção Civil, que tem um custo cada vez mais insuportável para os municípios, assumida por quem tem mais comportamentos de risco. Os particulares já têm uma dose suficiente de impostos", frisa Eduardo Vítor Rodrigues. Em Gaia, o autarca só quer cobrar a contribuição a empresas com operações de risco e proprietários de terrenos e de edifícios ao abandono. Miguel Alves, que também é líder do Conselho Regional do Porto, entende que a contribuição dá resposta à necessidade de reforçar as receitas da Proteção Civil: "Não sei o peso que terá na população, mas penso que as pessoas estão preparadas e disponíveis para investir nesta área".

O que dizem os autarcas


Rui Santos, Presidente da CM Vila Real e dos Autarcas Socialistas


A criação de uma contribuição para a Proteção Civil parece-me razoável. Preciso de perceber em concreto o que significa individualmente para as empresas e para os munícipes


Almeida Henriques, Presidente da CM Viseu e vice-presidente da ANMP

Sou totalmente contra a criação da contribuição para a Proteção Civil. As pessoas já pagam impostos que chegue, incluindo IMI que já incide sobre a propriedade


Eduardo V. Rodrigues, Presidente da CM Gaia e da Área Metropolitana do Porto


A Proteção Civil tem um custo cada vez mais insuportável para os municípios. Faz sentido que haja uma comparticipação por parte dos agentes com mais comportamento de risco


Ricardo Rio, Presidente da CM Braga e da CIM do Cávado


A maioria das câmaras incorporou o investimento em Proteção Civil nos seus orçamentos, sem criar uma taxa para isso. Se for opcional, Braga não tem intenção de implementá-la


Jorge Botelho, Presidente da CM de Tavira e da AMAL


É uma contribuição suplementar sobre as pessoas e é preciso avaliar. Defendo financia-mento do Estado para todos os bombeiros. Os municipais só recebem apoio das câmaras

Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:16 por Nelito
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Portugal vai receber, em novembro, cerca de 150 refugiados que estão no Egito, primeiro grupo de mais de mil pessoas que vão ser reinstaladas em Portugal, disse o ministro da Administração Interna.

"Vamos receber em novembro, a partir do Egito, cerca de centena e meia de refugiados que foram objeto de uma primeira missão de seleção que decorreu em junho", disse à agência Lusa Eduardo Cabrita, após ter participado em Viena, Áustria, numa conferência sobre migrações.

Ao abrigo do programa europeu de reinstalação, aprovado em 2017 pela Comissão Europeia, Portugal manifestou disponibilidade para acolher mais de mil refugiados até ao final de 2019 e que se encontram em campos de refugiados no Egito e Turquia.

Eduardo Cabrita adiantou que ainda este ano vão ser feitas novas missões de seleção no Egito e, pela primeira vez, na Turquia.

"Estes refugiados são oriundos de países terceiros e selecionados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e pela Organização Internacional para as Migrações", disse.

O ministro adiantou também que, na próxima semana, vai deslocar-se à Grécia para visitar as estruturas da GNR e SEF que estão a realizar neste país missões no âmbito da agência europeia de controlo de fronteiras (Frontex), bem como discutir com o governo grego um programa de cooperação bilateral de apoio em matéria de migrações.

Na conferência em Viena, organizada pelo Centro Internacional sobre o Desenvolvimento de Política Migratória (ICMPD), Eduardo Cabrita defendeu a necessidade "de existir uma visão global na abordagem deste fenómeno".

"Temos de ter fronteiras seguras, mas a Europa tem de ter uma política comum de apoio à migração legal", disse, assumindo que Portugal vai precisar de migrantes, desde estudantes a técnicos qualificados.

O governante afirmou que Portugal tem encontrado, juntamente com Espanha, França e Alemanha, soluções para acolher migrantes que estão em embarcações no meio do Mediterrâneo.

Mas, segundo o ministro, que participou no debate juntamente com membros dos governos da Holanda, Alemanha, Turquia, Afeganistão e Tunísia, "este não é o modelo".

"O modelo tem de assentar, primeiro, numa resposta europeia estável e permanente e, em segundo lugar, temos de olhar para o futuro e aí a prioridade deve ser a cooperação com África", defendeu.

Eduardo Cabrita adiantou que "a única forma de trabalhar os fenómenos migratórios a longo prazo é a postar no desenvolvimento dos países africanos" através na educação das raparigas, melhoria dos cuidados de saúde e investimento.

O ministro disse que este diálogo tem de ir "muito para além do espaço lusófono", nomeadamente países do norte de África, Magrebe e África Ocidental.

Na conferência, Eduardo Cabrita destacou ainda a posição portuguesa sobre esta matéria: "Não há em Portugal, no parlamento, quem tenha uma posição contrária ao acolhimento de migrantes ou de refugiados".

A ICMPD é uma organização internacional que visa promover a cooperação internacional na área das políticas migratórias. Portugal é membro do ICMPD desde 2003.
Nelito
19 de Outubro de 2018, 07:14 por Nelito
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O ministro Vieira da Silva anunciou, esta quinta-feira, que haverá um regime de transição para pedir reforma antecipada sem ter os requisitos previstos na proposta de Orçamento do Estado de 2019.

A aparente intenção de restringir as reformas antecipadas aos trabalhadores que atinjam os 60 anos de idade com pelo menos 40 anos de descontos suscitou críticas da Esquerda à Direita parlamentar. O ministro da Segurança Social, em entrevista à SIC Notícias, esta quinta-feira à noite, admitiu uma fase de transição durante a qual convivam o atual regime e as novas regras a implementar em 2019.

O ministro Vieira Silva tinha dado a entender, na quarta-feira, que a condição única para ter acesso à reforma antecipada seria a dupla condição de 60 anos de idade com 40 anos de descontos. Questionado sobre a hipótese de um trabalhador ter 61 anos e 40 de descontos, o ministro admitiu uma fase de transição. A diferença da dupla condição (60+40) terá apenas a vantagem de escapar ao corte do fator de sustentabilidade (14,5%), mantendo contudo a perda de 0,5% por cada mês de antecipação relativamente à idade legal da reforma.
19 de Outubro de 2018, 03:24 por Kristina2000 | Visualizações: 17 | Comentários: 0

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